Sobre

Sinopse

Garota brasiliense de 22 anos quase formada em Jornalismo que escreve resenhas de livros e de filmes, narrativas próprias, e conselhos de escrita quando a auto-estima dela está alta. Tem problemas em ser sucinta e achou por bem escrever esse resumo pra quem não tem paciência e/ou tempo a perder com a versão cumprida da história, que segue abaixo:

Sobre quem escreve

Oi, meu nome era pra ser Verônica, mas é Valquíria. Essa é uma história excelente que provavelmente eu vou te contar um dia, se chegarmos a bater um papo. Veja bem, contar histórias é o que eu faço desde antes de me entender por gente. Tenho provas audiovisuais do fato. Eu, com dois anos, de vestidinho azul e um livro na mão. Parada no corredor enquanto balbucio o que eu via escrito nas páginas (e nas figuras). É um vídeo excelente também, talvez um dia eu te mostre.

E de tanto ser fominha por histórias (embora fosse muito ruim comendo comida de verdade, também tenho provas audiovisuais disso), decifrar palavras escritas nunca foi o bastante. Mesmo depois de aprender a ler  e me empanturrar de livros de todos os tamanhos e gostos, continuei inventando e contando coisas da minha própria cabeça.

Já se passaram vinte anos desde aquele vídeo com o vestidinho azul. Continuo gostando de vestidos e de azul e de histórias. E a descoberta de ovomaltine e batatas foi um avanço considerável na área de ingerir comida de verdade, caso esteja se perguntando, mas talvez tarde demais. Não fiquei muito maior que a garotinha de dois anos. Enfim. Estou quase me formando em Jornalismo pela Universidade de Brasília e espero, muito futuramente, estar contando as estupendas  e cotidianas histórias reais de outras pessoas e de lugares.

Sobre o que é escrito

Ler livros não é o suficiente para viciados – é preciso falar sobre eles. E como estou plenamente convencida que minha família vai acabar me expulsando de casa se eu ficar tagarelando sobre o que eu achei do desenvolvimento daquele personagem daquela saga, achei por bem despejar minhas resenhas aqui. Bem como os textos que vira e meche a inspiração sopra no meu ouvido e meu senso auto-crítico fica ruminando como uma vaca preguiçosa antes de finalmente cuspir algo.

Mas é claro que escrever também não é o suficiente – é preciso escrever sobre escrever, ora pois, num clico interminável no qual estou presa. Por isso, quando acho que cheguei a alguma conclusão não muito estúpida sobre escrever, coloco neste espaço. Bem como qualquer coisa que eu achar mais ou menos útil ou excitante, tipo um novo concurso literário ou um evento em outra cidade que certamente não poderei ir.

Sobre palavras estranhas

“Mas que raios significa o nome desse blog, afinal?”, você pode estar se perguntando. Ou não, vá saber, dei muitas voltas até este ponto usei várias analogias com comida. Talvez você esteja pensando em largar o computador/celular e comer alguma coisa (eu certamente estou pensando no miojo que farei assim que terminar este texto). Mas estamos quase lá, suporte um último parágrafo:

A ideia do blog me veio há sete anos (!!!) enquanto eu passeava com meu cachorro e me sentia sobrenaturalmente inspirada. Furiosamente inspirada, na verdade. Sentindo que seria capaz de botar fogo em algo, ou em tudo. E naquele momento, esperando meu cachorro fazer seu trabalho de adubar o solo, eu desejei ardentemente não deixar que aquele ímpeto se perdesse, que aquela faísca se apagasse sem criar uma chama. E aí o primeiro texto do A Scintilla se formou na minha cabeça, bem como o propósito de fazer este blog no qual, de alguma forma, você esbarrou. Que algo aqui lhe sirva de scintilla, de centelha, e que você incendeie algo.

De preferência, algo que não seja sua cozinha quando você finalmente largar o computador/celular e for preparar algo.

Bon appétit.

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